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domingo, 2 de outubro de 2011

Oktober Blumenau - Mais de 600 mil litros de chope para a festa 2011

3/09/2011 - 



A expectativa das cervejarias presentes na 28ª Oktoberfest de Blumenau é muito positiva e todas se dizem preparadas para atender a demanda, mesmo que o público seja surpreendente. Este ano, estão na festa a Brahma (AmBev), nos pavilhões 2 e 3 e no Biergarten, e as artesanais Eisenbahn, Bierland e Wunder Bier, de Blumenau; Das Bier, de Gaspar; e Schornstein, de Pomerode, que vão atender no Pavilhão 1 do Parque Vila Germânica.
 
A Brahma vai colocar 320 mil litros de chope na festa deste ano, oferecendo dois tipos: o Pílsen e o Black (chope escuro). Além disso, vai oferecer no Jardim da Cerveja, quatro marcas de cervejas importadas – três belgas e uma alemã. Nos pavilhões da Brahma o público também vai encontrar cerveja sem álcool. “Vamos oferecer a Lieber como opção para o público que não aprecia cerveja com álcool”, informa Luiz Sílvio Cordeiro, da Bebidas Zarling, empresa responsável pelos produtos Brahma na 28ª Oktoberfest.
 
A expectativa é muito boa na cervejaria Eisenbahn, que vai oferecer os chopes Pílsen, Pale Ale, Dunken e Weizen. “Em 2010 vendemos 123 mil litros. Este ano, nossa meta é comercializar 130 mil litros”, revela Diomar Luiz Lobo, gerente comercial da Drink Bier, distribuidora da Schincariol para a região. A Eisenbahn também vai trabalhar com garrafas long neck, com 70% de cervejas Pílsen, 20% de Weizen, 5% de Dunken e 5% de Pale Ale. Segundo Diomar, foram vendidas 25 mil garrafas em 2010 e a expectativa para este ano é ultrapassar 28 mil unidades.
 
Outra blumenauense na festa, a Bierland está preparada com 60 mil litros de chope, conta o proprietário Eduardo Krueger. “Mas esse volume pode aumentar, conforme a demanda”, ressalta o empresário A cervejaria vai trabalhar com os chopes Pílsen, Pale Ale, Vienna, Weizen e o chope de vinho que, segundo Krueger, é sempre muito apreciado por jovens e mulheres. A Bierland também vai oferecer a cerveja Imperial Stout na versão garrafa de 600 ml.
 
Exposição de marca
 
A Wunder Bier, também de Blumenau, pretende vender 25 mil litros de chope na festa deste ano. De acordo com o gerente Mauro Perosa, a empresa vai oferecer três tipos de chope: o Hefe-Weizen (de trigo), o Helles Lager (Pílsen) e o chope de vinho.
 
A gasparense Das Bier, que vai estar na sua quinta Oktoberfest, trabalha com a expectativa de vender 22 mil litros. A cervejaria vai oferecer os tipos Pílsen, Braunes Ale (escuro), o Weizen e também o chope de vinho. O gerente comercial Emerson Bernardes conta que a presença na festa é muito importante para a exposição da marca, visto a quantidade de turistas que frequentam a Oktoberfest.
 
A exposição também é bem vista pela cervejaria Schornstein, de Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. Este ano, a expectativa da empresa também é vender 22 mil litros, mas a cervejaria está preparada para o consumo de até 30 mil litros, conta o diretor de marketing, Maurício Zipf. A Schornstein vai oferecer os chopes Pílsen, Weizen e Bock.
 
No pátio
 
Na área externa da festa (fora dos pavilhões), o consumo estimado dentro do restaurante Park Blumenau e no Park Café é de 12 mil litros de chope, informa Mauro Perosa, da Wunder Bier, que distribui a bebida nestes dois pontos comerciais. No Empório Vila Germânica, onde funcionam, atualmente, três choperias e um café, a estimativa dos comerciantes é positiva. “Vamos trabalhar para chegar aos 40 mil litros”, conta o proprietário do empreendimento, Valmir Zanetti.
 
 
 
Fonte: Luiz Sílvio Cordeiro – Bebidas Zarling, representante Brahma – 47 9983-3579; Diomar Luiz Lobo, da Drink Bier, representante Schincariol (Eisenbahn) – 47 3327-2853; Eduardo Krueger, da Bierland – 47 9982-1697; Mauro Perosa, da Wunder Bier – 47 3339-0001; Maurício Zipf, da Schornstein – 47 3387-6655; Emerson Bernardes, da Das Bier – 47 3397-8600; e Valmir Zanetti, proprietário do Empório Vila Germânica – 47 9973-0737.
Assessoria de Comunicação: Tânia Rodrigues – 47 3326-6901 / 9618-1492.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Festival Brasileiro da Cerveja - As melhores cervejas do país, na capital nacional da cerveja



www.festivaldacerveja.com


 O Festival Brasileiro da Cerveja é um evento que reune cervejarias, cervejeiros e consumidores num espaço organizado e agradável de exposição e comercialização de cervejas. A diversidade de sabores é um dos pontos fortes do evento.
Dias 17,18 e 19 de novembro em Blumenau. 





























A ideia é que o público tenha a oportunidade de beber cervejas de qualidade, tendo a sua disposição a diversidade de sabores e a possibilidade de novos aprendizados sobre o universo da cerveja.

O evento tem como objetivos:
1) Proporcionar aos produtores nacionais de cerveja, importadores, bares cervejeiros e fornecedores a oportunidade de ampliar seus mercados para um público fortemente identificado com o produto de alto poder de consumo;
2) Fortalecer a identificação da cidade e região com a cerveja, consolidando a imagem construída pela criação da Oktoberfest, do Roteiro das Cervejarias Artesanais e do Museu da Cerveja, como expressivo centro produtor de cervejas premium e de qualificado mercado de consumo responsável;
3) Ampliar o calendário de eventos anuais da cidade e região, com conseqüentes benefícios econômicos diretos e indiretos;
4) Proporcionar à população da cidade e região, e também aos visitantes, a oportunidade de conhecer, avaliar e degustar a grande variedade de produtos que compõe o conceituado segmento nacional das cervejas.


História do Evento: 

A primeira edição do Festival Brasileiro da Cerveja ocorreu em 2005 e foi chamada de 1º Grande Festival Brasileiro da Cerveja. O evento foi organizado pela Práxis Eventos e realizado no antigo pavilhão “A” da PROEB, nos dias 08 a 10 de julho, contando com a participação das cervejarias artesanais da região de Blumenau.
Em 2010 o Parque Vila Germânica, que é uma fundação pública municipal, considerando que Blumenau é a Capital Nacional da Cerveja, estudou a possibilidade de reeditar o evento. Foi aí que surgiu o Festival Brasileiro da Cerveja, realizado nos dias 25, 26 e 27 de novembro de 2010, em parceria com o Empório Vila Germânica, The Basement English Pub, Frangó Bar e Choperia Vila Germânica.

Em 2010, o evento contou com um público aproximado de 11 mil pessoas. Entre os expositores estavam 25 cervejarias, 16 cervejeiros caseiros e 4 importadores.
No palco, as atrações que animaram o público foram bastante ecléticas: Trio Mazzaropp, The Beetles (Argentina), Banda Carlos May and the Fast Jumpers, Eu e Minha Banda, Orquestra Brasileira de Tango - De Puro Guapos, Alegria do Choro, Confraria do Samba e Casino de Sevilla.
Já a programação técnica contou com a participação de vários ilustres do ramo cervejeiro, falando sobre os mais variados temas:
» O Mundo das Cervejas Especiais | Juliano Mendes;
» Extra Malte Especial | Sady Homrich;
» Aula de produção de cerveja em casa | Leonardo Botto;
» Harmonização de Cervejas com Gastronomia | Edu Passarelli;
» Métodos e Critérios para Análise de Cervejas | Eduardo Martín BOAN;
» Bier Diversidade | Cássio Piccolo.
» "The Past, Present and Future of Craft Brewing: From Seattle to São Paulo and Manchester to Milan." Stephen Beaumont;

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vamos colaborar com a causa! "SIMPLES" para o mercado cervejeiro

Prezados Cervejeiros,


Abaixo está a “Carta de Florianopolis”, ela foi feita a partir da palestra do Deputado Federal Jeronimo Goergen, PP/RS, relator da lei do Simples, que esta apoiando a inclusão das micros cervejarias no SIMPLES.

Pedimos a todos que tornem pública, envie a seus contatos políticos, publique na imprensa, blogs, sites, etc.

No dia estavam presentes mais de 80 pessoas representando microcervejarias brasileiras e cervejeiros caseiros.

A redação final foi feita por uma comissão de 15 pessoas, e aprovada.


CARTA DE FLORIANÓPOLIS.

                As Microcervejarias e cervejeiros caseiros, reunidos no 6º Encontro Nacional de Cervejas Artesanais, nos dias 23 a 26 de junho de 2011, na Cidade de Florianópolis, querem se manifestar sobre a alta tributação do setor:
                   Nos últimos 8 anos vivemos o renascimento das cervejas artesanais no Brasil. Hoje, o País tem mais de 200 microcervejarias espalhadas por todo o Brasil.
                     As microcervejarias se caracterizam por produzir cervejas regionais, em pequenos volumes, muitas vezes refletindo a cultura da região e explorando sabores e estilos que não são produzidos pelas grandes indústrias cervejeiras.
           Estamos vivendo o renascimento desta cultura no Brasil, inclusive criando uma nova escola cervejeira que já é reconhecida no mundo pela sua qualidade. Isso é resultado do trabalho e dos investimentos das microcervejarias e dos cervejeiros caseiros que colocaram o nosso país no mapa das cervejas artesanais de qualidade. Isso é comprovado pelo reconhecimento internacional, nos últimos anos, através dos vários prêmios conquistados nos cinco continentes pelas cervejarias artesanais brasileiras. Ou seja, o Brasil está sendo reconhecido pela qualidade das suas cervejas – principalmente pelas artesanais.
           Entretanto há um paradoxo: o setor enfrenta um grande desafio para se manter e até se expandir, que é a tributação. Hoje 2/3 do preço de uma cerveja artesanal é composto por tributos. Como a estrutura das microcervejarias é a de pequenas e micro empresas, não tendo ganho em escala, o empreendimento se torna inviável.
            Para se ter uma idéia do que representa essa carga tributaria, se uma cervejaria produzir 10.000 litros por mês, ela paga de tributos o referente a 6.000 litros, sobrando 4.000 litros para pagar matéria-prima, funcionários, instalações, remuneração do investimento, etc.. o que torna inviável o negócio.
          Na microcervejaria, os custos de matéria-prima são muito mais elevados do que nas grandes cervejarias, pois aquelas se utilizam apenas de materiais de qualidade, adquiridos em pequenas quantidades e quase sempre importadas, já que os nacionais são monopolizados pelas grandes empresas do setor.
         Apesar de as microcervejarias se enquadrarem perfeitamente como micro empresas e empresas de pequeno porte, elas são impedidas de optarem pelo Sistema Tributário “SIMPLES”, da mesma forma que as distribuidoras de cerveja, prejudicando mortalmente a sua sobrevivência financeira.
         Hoje o mercado das cervejas artesanais não ultrapassa 0,04% do total das cervejas vendidas no país, ou seja, um beneficio fiscal não representaria perda de arrecadação, pelo contrario, iria incentivar o setor a aumentar a produção. O exemplo é o Estado de SC que, apesar de reduzir a alíquota de ICMS, arrecadou R$ 336.000,00 de ICMS no ano de 2006 e já no ano de 2010 atingiu a cifra de R$ 800.000,00.
      Outro forte argumento é a empregabilidade. As pequenas cervejarias geram muito mais postos de trabalho que as cervejarias de grande porte. Enquanto em uma microcervejaria é gerado um emprego para cada 50.000lts produzidos por ano, nas grandes cervejaria é gerado um emprego para cada 1.000.000 de litros ano.
                     Alguns olham o setor de forma equivocada, achando que conceder benefícios fiscais significa incentivar a bebida alcoólica, um produto politicamente incorreto. Mas é importante frisar que as microcervejarias não estimulam a ingestão de quantidade, e sim de qualidade, fato similar que ocorre com a indústria do vinho.  A cerveja artesanal é, em geral,  mais cara que uma cerveja comum porque seus custos de produção são diferentes, o que cria uma barreira natural ao consumo em grande quantidade.
          As microcervejarias estão gerando uma cultura cervejeira no Brasil, retomando a história que foi interrompida há algumas décadas quando os grandes grupos adquiriram as pequenas cervejarias. As microcervejarias artesanais proporcionam o incremento da indústria do entretenimento, hoteleira, gastronômica, turística, etc. Muitas cidades têm orgulho de terem uma microcervejaria hoje em dia.
           Não há como contestar que a cerveja tem acompanhando a humanidade há mais de 6.000 anos, tratando-se da terceira bebida mais consumida no mundo – atrás da água e do chá - mas é considerada como alimento, devido ao seu alto teor de carboidratos, sendo por isso intitulada pão líquido. 
 Ao contrário das grandes cervejarias, as microcervejarias têm sua produção artesanal, algumas com estrutura familiar, personalizadas, com a criação e desenvolvimento de estilos e receitas próprias.
Outra diferença é a variedade de sabores e tipos de bebida oferecidos pelas microcervejarias. Trata-se de produto único, que tem um público específico voltado à gastronomia, além de fomentar a economia e promover a geração de empregos, pois a relação pessoal empregado pelo volume de produção é muito superior nas microcervejarias.
          O setor das Cervejas Artesanais também desenvolve o setor da indústria de equipamentos, distribuição e revenda de bebidas, além da criação de cursos profissionalizantes de técnicos cervejeiros, mestres cervejeiros, beersomelier, etc. Ou seja, existe uma grande cadeia econômica beneficiada.
          Sabemos que o mundo da Cerveja Artesanal é desconhecido para uma grande maioria das pessoas do nosso País, mas para desenvolvê-lo com qualidade é necessário a redução da carga tributária. Para a sobrevivência do setor, o primeiro passo seria a abertura da opção pelo regime do SIMPLES para o mercado cervejeiro (fábricas e distribuidores).
            Pela importância econômica e cultural do setor, vimos por meio desta solicitar a atenção de vossas senhorias para que as Microcervejarias sejam incluídas no SIMPLES, para que assim possam ter uma carga tributaria justa.
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